Após sofrer maior queda desde 1998 em meio cenário de coronavírus, Ibovespa se recupera e índice chegou a valorizar 14% enquanto dólar caía

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Nesta sexta-feira (13), logo após a grande queda do dia anterior, onde a bolsa fechou em queda de 14,78%, aos 72.582,53 pontos. E acionou duas vezes o “circuit breaker”. A Bolsa operava em alta de quase 2% enquanto o dólar estava em queda. O Ibovespa, principal índice da Bolsa brasleira, disparou em sua abertura chegando a subir mais de 14%.

Às 11h58 3,06% a 74.806 pontos. O dólar comercial tinha queda de 1,5% a R$ 4,7124 na compra e a R$ 4,7141 na venda. O dólar futuro para abril cai 1,49%, para R$ 4,733.

Por volta das 12h40, a Bolsa subia 1,73%, a 73.836,28 pontos.  Lá fora, as bolsas dos Estados Unidos sobem entre 2,4% e 3%. A melhora vem depois do principal índice B3 ter registrado a sua pior queda desde 1998.

No cenário da pandemia do coronavírus, além do número de infectados estar aumentando, a decisão do presidente estadunidense Donal Trump de proibir voos entre Europa e EUA, com exceção do Reino Unidos. Não está agradando investidores. Tudo isso pesa nos mercados além de que no Brasil, houve a notícia de que o secretário de comunicação do governo bolsonaro, Fábio Fábio Wajngarten, está com coronavírus. Caso que levou o presidente Jair Bolsonaro precisar realizar o exame para diagnosticar a presença ou não do vírus.

Banco Central

O Banco Central do Brasil hoje, vai recorrer a uma terceira ferramenta de intervenção no mercado de dólar ao ofertar até US$ 2 bilhões por meio de leilões de linhas —venda que tem o compromisso de recompra. É a primeira vez que o BC faz oferta líquida de moeda nessa modalidade desde 17 e 18 de dezembro do ano passado. A medida ocorreu logo após haver uma grande injeção de liquidez nos mercados pelo Federal Reserve, o banco central dos Estados Unidos.

Mercado de  Juros

No mercado de juros futuros, o DI para janeiro de 2022 caiu 53 pontos-base a 5,37%, o DI para janeiro de 2023 teve queda de 47 pontos-base a 6,36% e o DI para janeiro de 2025 recuando 51 pontos-base a 7,27%.

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