Na região do Araguaia Paraense,oito famílias assentadas da reforma agrária de Tucumã, devem receber, em março, R$ 400 mil para implantar Sistemas Agro florestais (Safs) agricultores.

A fim da valorização socioeconômica e ambiental do cacau, carro-chefe da agricultura familiar do município, além disso produto exportado para a Bahia,transformando em chocolate.

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Conforme a cadeia produtiva do cacau gera, atualmente, 64 mil empregos diretos e outros 255 mil indiretos no Pará, segundo os dados da Adepará.

Agricultores De Tucumã Receberão R$ 400 Mil Para Fortalecer Plantio Do Cacau 15 de fevereiro de 2020

Produção

A renda produzida com fruto no Estado chega R$ 787,5 milhões por ano, assim o Pará tem regiões produtoras: nordeste, sul, oeste, região das ilhas e Transamazônica.

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Assim os projetos individuais representam R$ 50 mil cada e indicam o consorciamento do cacau com banana, para sombreamento provisório e aproveitamento da safra.

Mantendo a performance, técnicos fazem visitas às propriedades e, nessas ocasiões, avaliam a plantação, monitoram e cadastram a colheita de agricultores.

O Pronaf Floresta do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar Floresta, uma linha com direcionamento para sustentabilidade e ecologia, tem sido acionado mais quantitativamente.

Aliás os recursos R$ 400 mil serão colocados como reposição dos custos de Safs, que já estão sendo implantados em pelo menos seis vicinais diferentes.

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Segundo o chefe do escritório local da Emater em Tucumã, o técnico em agropecuária Ronnie Peterson Santos, sendo a expectativa é na diversificação das atividades.

Algumas áreas são degradadas e os Safs vêm como instrumento de recuperação. O resultado é positivo em todas as frentes, concluiu o técnico Ronnie Santos.

Contudo a Pronaf Floresta, uma linha com direcionamento para sustentabilidade e ecologia, tem sido acionado mais quantitativamente em Tucumã desde o ano passado.

Objetivo é promover a agricultura sustentável, o crescimento econômico sustentado, inclusivo e sustentável, emprego pleno e produtivo, e trabalho decente para todos.

O produto é exportado para a Bahia, onde se transforma em chocolate para o ser comercializado.