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Desde que o Ex-ministro da Justiça e da cidadania Sergio Moro declarou abertamente para o país inteiro que Bolsonaro queria (e quer) intervir nas investigações da polícia federal, o Brasil entrou em mais uma completa divisão.

O pedido de demissão do Ministro provocou fortes mudanças e oscilações nas negociações da Bovespa, na compra e venda do dólar, como nós falamos nesta matéria aqui.  Além disso, essa saída do ex-ministro também colocou o país em novos rumos.

Seguidores ávidos pela união Bolsomoro, ofiicalmente agora estão divididos, claro que isso aconteceria, mas diante de tantas declarações bombásticas que morou proferiu em público.

O procurador Rodrigo Janot veio em público afirmar que o Brasil não pode simplesmente ignorar que o que Bolsonaro quer fazer é algo inaceitável, nenhum governo anterior ousou fazer. O que?

Interferir na polícia federal! Isso não é só grave, mas é um crime. Não somos nós da redação do Digital Seguro quem está falando, mas sim a lei brasileira.

Rodrigo Janot afirma: Dilma e Temer nunca tentaram interferir na Polícia Federal

Dilma e Temer realmente não tentaram fazer isso?

Dilma e Temer  jamais cogitaram ou  tentaram interferir nas investigações da PF e do Ministério Público Federal como Bolsonaro ousou teria tentado fazer, conforme a narração bombástica dadas por Moro.

Para quem não se lembra, Rodrigo Janot, é ex-chefe do Ministério Público Federal (MPF), foi um dos responsáveis direto da lava-jato no país. Ele concedeu uma entrevista à BBC News Brasil, para se posicionar sobre o assunto.

No editorial, Janot disse que presidentes antecessores de Bolsonaro jamais tentaram obter informações sobre uma apuração em curso – nem com o MPF, nem com a Polícia Federal, pois sabiam que isso era de uma gravidade enorme.

Em seu pesado e complexo discurso de saída do Governo Bolsonaro, Sergio Moro, (transformado automaticamente em rival de Bolsonaro) acusou o presidente da República de querer trocar o comando da Polícia Federal para ter acesso a dados sigilosos de investigações.

Relembre a frase de Morto dita ontem na coletiva

O presidente me disse mais de uma vez, expressamente, que queria ter uma pessoa do contato pessoal dele que ele pudesse ligar, colher informações, colher relatórios de inteligência”, disse Moro em seu discurso de despedida. “(…) E realmente não é o papel da Polícia Federal prestar este tipo de informação“.

Afinal, quais serão os próximos rumos do Brasil?

Pergunta difícil, caros leitores do Digital, não sabemos, estamos procurando sempre deixar vocês informados sobre tudo o que está acontecendo no país e no mundo.

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Fonte: Rede C. Brasil