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Com a pandemia do coranavírus, muitos agricultores começaram a sentir um impacto na produção, para os gaúchos principalmente, pois junto com o coronavírus a estiagem ajudou ainda mais nos prejuízos com dívidas.

Para que os agricultores se assegurem, eles podem renegociar financiamentos. Com a negociação os agricultores familiares, que são cadastrados no Pronaf ( Programa de Fortalecimento da Agricultura Familiar) , eles podem acessar a linha de crédito especial.

Dívidas Causadas Pela Estiagem E Coronavírus Serão Adquiridas Por Agricultores Gaúchos 09 de abril de 2020

Crédito Financiamento das dívidas

O financiamento seguindo a resolução, dão direitos ao crédito de até R$ 20 mil, sendo a taxa de juros equivalente a 4,6% a.a, o prazo de até 36 meses para pagar dívida. Aqueles que são que possuem o cadastro do Pronamp ( Programa Nacional de Apoio ao Médio Produtor Rural) . O direito de crédito segue até R$ 40 mil, com taxa de juros à 6% a.a, com período de 36 meses para pagar.

Contudo, existem ainda as cooperativas singulares na produção agropecuária, essas sofreram muito com a seca e a estiagem, elas também podem receber o beneficio. É liberado o crédito de financiamento até R$ 65 milhões, com juros entre 6% e 8% a.a.

Os bancos, já foram autorizados para aumentar a data de vencimentos de parcelas vencidas ou até perto de vencer. O presidente da Fetag ( Federação dos Trabalhadores na Agricultura no Rio Grande do Sul, Carlos Joel da Silva, os juros estão além do que a instituição estava esperando. Ele acrescentou que já estava esperando devido a dificuldade que estavam passando, a venda diminuiu e o custo da produção aumentou.

Pelos cálculos, uma grande parte dos municípios estão em emergenciais, um total equivalente a mais da metade da região. Na lavoura por exemplo a soja chegou a 45% em uma parte cultural. Em comparação, o milho seu rendimento foi 30% menor, mesmo valor percentual que a safra da maça.
Embora a alta do dólar, a pandemia do covid-19 ajudou e muito para a situação das dívidas.

Em contrapartida, A Fetag não apoia o limite que a resolução impôs, pois a resolução esclarece apenas aqueles agricultores que pertencem aos municípios afetados que serão beneficiados.