Mercado financeiro teve mais um dia de recuperação. Bolsa de valores subiu pela terceira sessão consecutiva. E o dólar fechou abaixo de R$ 5.

Diante do clima de alívio nos mercados globais o dólar comercial fechou em queda de 0,75%, a R$ 4,996 na venda. Foi sua terceira queda seguida, o que não acontecia desde dezembro de 2019. E foi também a primeira vez em que fechou abaixo de R$ 5 nas últimas duas semanas.

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O principal índice da Bolsa brasileira, o Ibovespa, subiu 3,67%, a 77.709,66 pontos,  somando seu terceiro dia de alta. Nessa semana, o ganho chega a 15,86%.

Pela primeira vez em duas semanas, dólar fecha abaixo de R$ 5 26/03/2020

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Previsão de PIB zerada

Repercutiu entre os investidores as projeções econômicas de hoje, divulgadas pelo Banco Central do Brasil. No seu Relatório Trimestral de inflação, o Banco Central colocou sua projeção para o Produto Interno Bruto (PIB) a zero em nesse ano de 2020. Em Em dezembro, a projeção era 2,2% de crescimento. Essa mudança está ligada aos fortes impactos econômicos consequentes da pandemia de coronavírus.

O Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br), que é considerado uma certa prévia informal do PIB, obteve uma alta de 0,24% no mês de janeiro, em comparação com dezembro. Em relação a janeiro de 2019, o indicador avançou 0,69%.

Desemprego e medidas econômicas no mundo

As notícias vindas dos Estados Unidos também eram assunto no mercado do dólar e de ações ao redor do mundo todo. Foi aprovado pelo senado norte-americano o projeto de lei de US$ 2 trilhões para auxiliar trabalhadores desempregados e indústrias que foram afetadas pela pandemia do coronavírus. Além de fornecerem bilhões de dólares para compras de equipamentos hospitalares necessários.

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Nos Estados Unidos também houve crescimento no número de pedidos iniciais de auxílio-desemprego. Que subiu para o recorde de 3,28 milhões na última semana, ante 282 mil revisados na semana anterior. A máxima anterior era de 695 mil em 1982.

O grpo que reúne os líderes das maiores economias do mundo G20, anunciou um investimento de US$ 5 trilhões na economia.

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