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O Sindicato Petroleiros do Rio Grande do Norte anunciou venda de botijão de gás por R$ 40, assim o equivalente metade do preço cobrado atualmente.

Conforme ação realizada em frente à sede da Petrobras em Natal, no bairro Cidade Esperança,a iniciativa vem sendo realizada em outros estados com sucesso.

O objetivo é explicar à população as razões da greve categoria iniciada em 1º de fevereiro,ora movimento já paralisou 91 unidades de 13 estados do país.

Petroleiros anunciam botijão de gás a R$ 40 em Natal 16 de fevereiro de 2020

 

 

 

Assim pauta local inclui entre as reivindicações a retomada dos investimentos da Petrobras para recuperar a produção e a capacidade de refino de petróleo e gás.

O Estado potiguar, certamente foi o segundo maior produtor de petroleiros Brasileiro e teve pico de 110 mil barris por dia, hoje produz em torno 36 mil.

“Os petroleiros inauguram uma inédita reivindicação é ampliar a produção das unidades da Petrobras”, afirma o coordenador geral do Sindipetro-RN, Ivis Corsino.

Logo o movimento também luta para reverter em nível nacional o desmonte da estatal e as transferências de trabalhadores em todo Sistema Petrobras.

No Rio Grande do Norte, onde o setor respondeu, em 2018, por 45% do Produto Interno Bruto (PIB) industrial, ou seja contribuiu com R$ 437 milhões.

Efeitos Negativos

Por analogia os royalties tem para o Estado e 97 municípios, as mobilizações atingem o campo terrestre do Alto do Rodrigues e o polo industrial.

Segundo Sindipetro-RN, diariamente estão sendo realizadas atividades para manter  categoria organizada, alertar a população com efeito prejuízos causados pela política de privatização da Petrobras.

Entre as atividades realizadas nos últimos dias para mobilizar trabalhadores e esclarecer população estão assembleias,de acordo com controle do fluxo de carros nas rodovias.

De acordo com a ação do dia 7 de fevereiro na estrada do óleo (que escoa parte da produção Estado), formação de comissão de trabalho.

Além da suspensão das demissões em massa e o cumprimento do Acordo Coletivo de Trabalho, os trabalhadores querem mudança na política de preços da Petrobras.

Desse modo a acompanhar o valor internacional do barril do petróleo, e colocar freio na política econômica de privatização do governo de Jair Bolsonaro.

Após mais de quatro décadas de atuação no Estado, a empresa não vê mais vantagens em continuar as atividades e tem acelerado o processo saída.

Já que deixou um saldo negativo nos postos de trabalho e nos investimentos. Entre 2015 e 2018, cinco mil funcionários efetivos e terceirizados.

A Petrobras não considera rentável  continuidade da exploração de campos em terra e águas rasas, entretanto tem trabalhado para concentrar as atividades na área do Pré-Sal.

Segundo o presidente da Petrobras Roberto Castello Branco já admitiu abandonar produção nos estados do Nordeste, Norte e Sul, voltar as atenções para região Sudeste.

“No futuro próximo, até 2022, a Petrobras será empresa de São Paulo, Rio de Janeiro e Espírito Santo”, afirmou durante evento da Associação Comercial.